Programa Melhor em Casa presta atendimento domiciliar de média e alta completibilidade para pacientes aldeenses

Programa Melhor em Casa presta atendimento domiciliar de média e alta completibilidade para pacientes aldeenses

Os pacientes aldeenses com quadros agudos ou com necessidades especiais têm à disposição o tratamento profissional contínuo no conforto de casa e com ajuda da família, por meio de serviço de referência nacional: o Programa Melhor em Casa. Implantado desde 2017, o trabalho segue em execução pela atual administração municipal, com atendimento diário prestado por Equipes Multiprofissionais de Atenção Domiciliar (EMAD) para moradores da cidade enquadrados nos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. 

O Programa Melhor em Casa de São Pedro da Aldeia é o único desenvolvido na Baixada Litorânea. O serviço realiza a desospitalização, que é a assistência realizada por profissionais da Saúde fora do ambiente hospitalar, proporcionando atendimento mais humanizado aos pacientes. Durante as visitas domiciliares, os profissionais do programa também identificam, orientam e capacitam um ou mais cuidadores do usuário, estimulando a participação ativa dos familiares no processo do cuidado e a ampliação da autonomia da família. 

“Trazemos o paciente para o vínculo familiar, capacitamos aqueles que estão diariamente com o atendido e damos continuidade no tratamento desses pacientes dentro de casa. Sabemos que quando aumentamos esse vínculo de afeto da família, a cura vem mais rápido. E quando pensamos em cura e humanização, pensamos em qualidade de vida. Proporcionamos um atendimento de carinho, afeto e amor”, pontuou o diretor municipal de Atenção Domiciliar, responsável pelo programa, Júnior Curcino. 

A equipe do Melhor em Casa é composta por médico, fisioterapeuta, enfermeiro e técnicos de enfermagem, além de profissionais de apoio, como nutricionista, assistente social e psicóloga. Entre os serviços prestados, estão curativos complexos, drenagem de abcessos, antibioticoterapia, administração de medicamentos, avaliações clínicas e monitoramento de sinais vitais. Há também a coleta de materiais biológicos para exames laboratoriais, incluindo amostras de sangue, urina e fezes.

“Entre os principais benefícios do programa, está a geração de um leito hospitalar de forma domiciliar com a manutenção dos laços familiares. A partir disso, proporcionamos a diminuição no fluxo de entrada de pacientes nas unidades de pronto-atendimento, a redução da demanda por atendimento hospitalar, a queda no período de permanência de usuários internados, além da otimização dos recursos financeiros e estruturais das redes da saúde”, ressaltou Júnior Curcino.

O prefeito, Fábio do Pastel, ressalta a importância da execução do projeto, único na Baixada Litorânea. “Quero parabenizar esse trabalho que é feito com muito carinho. A reabilitação do paciente que é cuidado em casa é muito mais rápida. O apoio, o carinho da família é essencial. Fico muito satisfeito de sermos a única cidade do município da Baixada Litorânea a promover o programa. Quando eu assumi a prefeitura, esse serviço já existia e sem dúvida iremos dar continuidade com toda a excelência que ele merece”, afirmou. 

Em caso de pacientes já internados, o acesso ao programa é intermediado pelas equipes de Assistência Social, que acionam e viabilizam o cadastro dos pacientes que estão enquadrados nos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. O requerimento também pode ser feito pela família na sede da Secretaria de Saúde, localizada na Avenida Getúlio Vargas, nº 354, no Centro da cidade. Para o cadastro, é necessária a apresentação de RG, CPF, comprovante de residência, carteira do SUS e laudo médico. Após inscrição, a equipe do programa entra em contato para avaliação.

Programa de referência
Em 2020, o programa Melhor em Casa de São Pedro da Aldeia recebeu o reconhecimento nacional do Ministério da Saúde e do Hospital Alemão Oswaldo Cruz como uma das melhores equipes de todo o país. A avaliação foi realizada a partir de três ações: a implantação de ventilação mecânica invasiva, articulação com a rede primária e capacitação das unidades de saúde e telemonitoramento e videoconsultas. Além das temáticas específicas, todo o trabalho desenvolvido na Atenção Domiciliar foi avaliado.

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